Exercício e Apoplexia

Olá tudo bem?

Hoje vamos conversar sobre a apoplexia cerebral, também conhecida como acidente vascular cerebral, o famoso AVC.

O AVC é definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um distúrbio de início rápido da função cerebral, com sintomas que duram mais de 24 horas ou levando à morte, e onde a causa provável é vascular.

Dependendo da localização do dano cerebral, diferentes partes das funções cerebrais são afetadas, podendo ocasionar em paresia ou afasia.

Na prática, o que acontece com pacientes acometidos com AVC?

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Na maioria dos pacientes acometidos com a apoplexia cerebral a consequência deste distúrbio causa a perda parcial da motricidade, a chamada paresia e, cerca de um terço dos pacientes que tem AVC, possui algum distúrbio na capacidade de comunicação, a afasia, decorrente da apoplexia.

A inatividade física é um fator de risco para aterosclerose e hipertensão, o que explica por que a inatividade física em estudos epidemiológicos é um fator prognóstico para a apoplexia e isso se aplica em estudos do século passado e recentes.

Aspectos fisiopatológicos da obesidade

Há evidências de que o exercício aeróbico, em pacientes com acidente vascular cerebral, tem um efeito positivo na velocidade e função da marcha.

Além disso, há suporte para um efeito sobre a mortalidade. Onde em estudos publicados por Peurala e Polese, 2014 e 2013 respectivamente constataram que o exercício físico melhora aspectos físicos resultantes em diminuição do risco deste distúrbio.

Relação entre ovários policísticos e exercício físico

O exercício contribui positivamente com aspectos como a velocidade de marcha e a distância percorrida, a densidade óssea e reduz o risco de síndrome metabólica além de prevenir novos casos de aciente vascular encefálico (AVE).

Antropometria e composição corporal

A literatura apoia somente o aeróbio?

Saunders et al., corrobora com os achados anteriores e demonstra que o exercício resistido não é aceito pois não há evidências para tal embasamento. Neste estudo recente, o resultado nos trás uma informação que ainda é muito discutida, entretanto como já citado, não há evidências para a utilização deste treinamento resistido.

Referências:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24733289?dopt=Abstract

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23663792?dopt=Abstract

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24142492?dopt=Abstract